A noite está com aquele ar fresco de inicio de verão, embora ainda seja primavera. Algumas poucas estrelas no céu e uma lua exuberante forma o cenário perfeito pra aquele reencontro. Um cumprimento singelo, um toque suave no rosto, um pedido oculto e estampado nos olhos. Sentados no restaurante japonês, igualmente ao primeiro encontro, conversavam entre um gole e outro de eisenbahn, ela concentrada em cada palavra não tinha muito o que falar e nem queria, a voz dele bastava aos seus ouvidos. Com Frejat na cabeça sabe que aquela efêmera volta não muda nada do que já foi dito ou feito mas quem se importa quando se sente tão única quanto a lua?