Hoje a lua não apareceu, o céu estava escuro e a noite fria, mas não choveu. Não caiu uma gota sequer apesar das nuvens carregadas anunciarem o dilúvio estava por vir. Caminhava sozinha pela rua conhecida, cantava para encher seu coração de alguma coisa, para não voltar vazia, seca de esperanças, sonhos e desejos. Às vezes não é preciso palavras, gastar vocabulário à toa para dizer o que o corpo e os olhos mostram explicitamente e assim sendo tão cruel quanto uma palavra.
Hoje não choveu e ela não chorou. Não se permitiu ficar batendo a cabeça se perguntando por que, estava nítido. Incrível como o ser humano consegue ir a dois extremos num tempo tão curto, sair de um estado de gloria pra outro de tristeza por obra um fechar de olhos. Como diria Cazuza“As paredes do meu quarto vão assistir a versão nova de uma velha história, e quando sol vier tocar minha cara com certeza você já foi embora (...). Outra vez vou me esquecer, pois nessas horas pega mal sofrer”.
Hoje não choveu e ela não chorou. Não se permitiu ficar batendo a cabeça se perguntando por que, estava nítido. Incrível como o ser humano consegue ir a dois extremos num tempo tão curto, sair de um estado de gloria pra outro de tristeza por obra um fechar de olhos. Como diria Cazuza“As paredes do meu quarto vão assistir a versão nova de uma velha história, e quando sol vier tocar minha cara com certeza você já foi embora (...). Outra vez vou me esquecer, pois nessas horas pega mal sofrer”.



